terça-feira, 10 de abril de 2012


"Preocupação = pré ocupar-me com situações que ainda não aconteceram."

domingo, 8 de abril de 2012

Porque é que eu tenho de estudar nas férias?

Tenho feito um esforço enorme para me concentrar no que tenho a fazer, não dispersar e ir directinha para o procrastinaço. Mas não está fácil! Matemática que eu gosto, ou gostava, tanto tem sido um sacrifício fazer os exercícios e relembrar-me das matérias. Geometria, não tem sido assim tão difícil, tenho feito os exercícios assim um bocadinho à balda mas vou fazendo e consigo resolvê-los. Já fiz resumos para Português, mas ainda me falta relô-los e acabar o Memorial do Convento.
A única coisa que eu quero é tudo menos estar aqui em casa a estudar! Estivesse eu boa das minha costas e já tinha saído de casa para ir dar um belo passeio. E hoje até está um dia bonitinho...

sábado, 7 de abril de 2012

dos efeitos secundários

...mal sabia eu que ia trazer algo que me relembrasse a todo o momento, a toda a hora, da minha experiência de esqui. É verdade, não é que trouxe comigo uma dor de costas resultante de uma queda aparatosa no último dia? Na última aula de esqui? No momento da queda doeu-me, mas continuei a esquiar - sem dores - afinal parece que não foi assim tão ligeira quanto me pareceu na altura.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Estar a estudar, ter tudo organizadinho e de repente lembrar-me que ainda me falta ler um livro estragou-me tudo! Pensava eu que dava conta do recado e que afinal ainda me podia safar, mas assim não dá! Tenho de me re-organizar, óh céus!...

terça-feira, 3 de abril de 2012

Ao longo da minha vida (curta, dito assim até parece que é muito vasta!) tenho andado a reparar que no que toca aos sentimentos (e não só) sou demasiado racional... A relação entre a minha mente e o meu coração é um pouco atribulada, enganam-se um ao outro. Na maior parte das vezes (se não em todas) é sempre a mente que ganha, porque eu a controlo. Nunca o coração teve a sorte de poder ganhar e ser feliz. Reservo-me sempre para que não saia magoada e de maneira a não criar muitas expectativas de modo a evitar criar ilusões e irrealidades. Sempre com os pés na terra. Por um lado tento arranjar um meio termo, mas o peso tende sempre a ser maior no lado da consciência e da racionalização. Analiso tudo e vejo todos os contras e impedimentos e fico por ali. Não há "pode correr bem", "tentar não custa" ou "não tens nada a perder". Não, nada disso. E vou sobrevivendo assim, o problema é quando páro e vejo bem o que ando a fazer. Nada, eu própria sou o meu impedimento e não consigo fazer nada.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Apesar de ainda estar de férias, mas esta semana em casa, nem tudo são rosas. Estive a arrumar o quarto o dia todo para ter condições para estudar para os meus queridinhos cinco exames. Já encontrei os livros dos anos passados e agora é começar a fazer exercícios e resumos. Quero acabar este ano em grande e não ficar com um peso na consciência de que podia ter conseguido muito mais se não tivesse ficado a procrastinar aqueles tempinhos.
Eu vou conseguir, não vou? *cross fingers*

domingo, 1 de abril de 2012

Confessem...

...já tinham saudades minhas, não era?! ;)
Cheguei na madrugada de sábado. Foi uma experiência muito boa e não me importava nada de voltar a repetir vezes sem conta mesmo com as dores com que fiquei das quedas nas aulas de esqui. Nada de grave, mas ainda foram algumas e eu perdi-lhes a conta! Tenho marcas disso - nódoas negras por todos os lados. Apesar das quedas fiquem sabendo que sei esquiar! Não foi só cair! As quedas fazem parte e se for ver bem, algumas delas nem foram por minha culpa, vinham contra mim, não podia evitar...
No primeiro dia foi uma loucura, tudo carregado de malas à procura dos alojamentos, nós até nos safámos porque perguntámos numa lojinha e já estávamos perto. O aparthotel não era nada de extravagante, mas servia perfeitamente. Os nossos vizinhos é que eram um bocado loucos e punham música alta a toda a hora. A organização chegou mesmo a avisar que se não parassem com a brincadeira iria haver castigos para toda a gente. De nada serviu. Naquele dia acalmaram, mas nos outros já se tinham esquecido. Andámos preocupadas por causa dessa situação porque não tínhamos culpa do que outros andavam a fazer. No final não nos aconteceu nada e desconfio que os culpados também saíram ilesos...
Chegou a nevar, apenas por uns minutinhos, mas ainda bem que nevou, não teria sido a mesma coisa se eu tivesse ido para a neve e nem sequer ter visto nevar!
Conheci imensas pessoas, do meu grupo de quarto passámos a ser um grupo enorme, divertimo-nos imenso.
Ainda nem tive coragem para arrumar as malas, a preguiça agora é mais que muita.

Vou ter saudades, quero voltaar! :D